Você pode viajar sim. Conheça 7 razões

Desde março de 2020 viajar, um desejo de 10 entre 10 brasileiros, tornou-se desaconselhável e mesmo impraticável se considerados os moldes vigentes até fevereiro de 2020. De lá pra cá tudo mudou e nossos habitos idem. Fruto do duro aprendizado, há um consenso de que o afastamento social, o uso de máscaras em ambientes públicos e a constante vigilância para desinfecção das mãos são de fato práticas que preservam vidas. Que bom não é mesmo? E havia também uma forte recomendação sobre evitar deslocamentos desnecessários para assim reduzir a incidência de acidentes que poderiam pressionar ainda mais a capacidade de atendimento dos serviços de saúde.

Estamos agora em meados de agosto de 2020 e a julgar pelas estatísticas nós brasileiros não conseguimos reduzir o “elevado patamar” onde se acomodaram os números de casos diários no país. Então, falar em viajar pode parecer um grande equívoco. Vamos então ver porque não é bem assim.

  1. O BRASIL TEM CENÁRIOS E REALIDADES DIVERSAS, mostradas em graficos únicos.

Os dados da COVID-19 por estado demonstram que não há uma homogeneidade. 6 meses depois da COVID-19 ser registrada no país, ainda temos regiões que só agora começam a registrar seus primeiros casos. E há também aquelas onde ocorrem o segundo ou terceiro surto da doença. E temos também grupos na população que conseguem colocar em prática as várias estratégias de prevenção e assim colocam-se ao largo das estatísticas. Não dá para comparar a condição de resiliência de um trabalhador rural no interior do Mato Grosso (por exemplo) com a de um aposentado residente em São Paulo. Enquanto um têm a seu favor o fato de viver em uma região de baixa concentração de pessoas, o outro tem a sua disposição um nível de serviços que lhe permite manter sua rotina e qualidade de vida com pouca exposição. Se os dois contrairem a COVID-19 provavelmente o aposentado em São Paulo terá muito mais recursos a disposição para enfrentar a doença em tempo hábil. Em Minas Gerais, agora em Agosto, apenas metade dos municípios tinham registro de casos de COVID-19 e sendo assim teremos registros de novos casos em regiões cada vez mais distantes dos grandes centros ainda por um bom tempo. Essas realidades tão diversas nos mostram a COVID-19 pode até parar o pais mas não consegue mudar o fato de que somos e vivemos em um pais de imensas desigualdades sociais e sanitarias. As muito lamentadas mais de 100.000 mortes atestam isso.

  • 2 – O SUS NÃO ENTROU EM COLAPSO

Viva o SUS! O nosso nem sempre respeitado SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE mostrou-se capaz de atender os pacientes. Sim, tivemos situações dramaticas de pessoas sem atendimento no momento mais importante, mas nas grandes cidades o SUS não entrou em colapso. E ao longo do tempo adotou práticas para tratamento que se mostraram as mais eficazes. Foi mesmo uma curva de aprendizado e hoje um paciente que é acolhido pelo serviço tem melhores chances do que aqueles que surgiram em março ou abril de 2020.

  • 3 – AS PRÁTICAS DE PREVENÇÃO MOSTRARAM-SE EFICAZES

O uso da máscara previne você de contrair a doença e isso está mais que provado. E mesmo se contrair será com muito menos agressividade como provam os estudos a respeito. E as imperiosas práticas de higiene das mãos são também decisivas para manter você livre da doença. Hoje sabemos dessas coisas e é impensável sair de casa sem esses cuidados. Nos assustamos e até nos afastamos quando vemos alguém sem a máscara. O instinto de sobrevivência sobrepõe-se aos hábitos sociais de apertos de mão, beijos e abraços.

  • 4 – COM MAIS INFORMAÇÃO, É VOCÊ QUEM DECIDE QUAIS ATIVIDADES SÃO SEGURAS PARA VOCÊ.

Os governantes agem como sempre agiram: são movidos pela politica e nem sempre tomam as decisões que precisam ser tomadas. Sendo assim será muito sábio da sua parte não levar em conta as decisões de libera isso ou aquilo. Cabe a você, em última instância, decidir que lugares e que atividades você irá aceitar usufruir. Você e sua familia num chalé ou uma pousada com no máximo 50% de ocupação numa cidadezinha nas montanhas estarão muito mais seguros do que ir a um bar e festejar com os amigos sabe-se lá o que.

  • 5 – O TURISMO TEVE QUE SE REINVENTAR E TAMBÉM APRENDER A CONVIVER COM A COVID-19

Não foi só o SUS e não foi só você que aprenderam sobre como lidar com a COVID-19. As pousadas e as cidades turisticas tiveram que adotar os chamados PROTOCOLOS de prevenção. As pousadas agora funcionam com apenas 50% da capacidade e revisaram seus procedimentos buscando uma experiência de hospedagem com zero contato físico entre atendentes e hóspedes. Um exemplo: Monte Verde, ali no sul de Minas, adotou uma estratégia exemplar: nos finais de semana o acesso à vila é reservado apenas às pessoas com reservas em algum estabelecimento na região. Criaram um APP através do qual as informações de quem vai chegar, quem reservou, placa do carro…ficam disponiveis para a autoridade municipal que fiscaliza o acesso pela estrada. Apenas os que comprovam ter reservas são admitidos. Esse modelo esta sendo aplicado tambem em Campos do Jordão e outras cidades turísticas. Numa outra visão, as pessoas que contribuem com o municipio, pagando pelos servicos ali oferecidos, têm preferência sobre os passantes. Melhor pra você.

  • 6 – O TURISMO REGIONAL É UM JEITO SEGURO DE VOLTAR A VIAJAR

Minha melhor estimativa é que teremos uma vacina contra a COVID-19 a partir do segundo semestre de 2021 e a cobertura da população será efetiva apenas em 2022. É tempo demasiado para ficar esperando e vendo dois anos passando sem fazer nada. Sem viver! E precisamos resgatar o PRAZER DE VIVER, uma energia vital que nos ajuda a debelar as doenças do corpo e da alma. Então, aqui está a nossa receita de saúde: Viajar é o melhor remédio e as viagens regionais estão ao seu alcance, sem intermediarios, sem esperas em aeroportos, sem exposição.

No turismo regional você viaja com o seu carro e ao longo de toda a viagem não precisa interagir com ninguém. E se já adota o passe livre nos pedágios, melhor ainda! Nem precisa tocar em moedas suspeitas. E viajar de carro é ter prazer desde o começo. É curtir a paisagem, permitir-se parar para fotos nos locais seguros para isso, ver o que tem aqui e ali!

Serra da Mantiqueira, Circuito Europeu, Região das Águas, A Cuesta de Botucatu, Caminhos da Mata Atlântica, Serra das Bocaina, Serras do Espírito Santo, Região Serrana do Rio, Chapada Diamantina…Escolha!
Se dá pra você chegar de carro, então você está dentro!

  • 7 – VIVER ACUADO É TAMBÉM UM JEITO DE MORRER.
    CONFIE, SEJA RESPONSÁVEL, AJA COM PREVENÇÃO SEMPRE. E VOLTE A VIAJAR!

No inverno, quanto mais frio mais marcante é a experiência. No verão, águas de lagos e cachoeiras nos refrescam. E mesmo misturando tudo, há lugares em torno das grandes metrópoles que oferecem algo muito valioso: o contato com a natureza. E o silêncio, o ar puro, céu com estrelas, tempo de trilhas e segredos de florestas. E a história que nos espia pelas janelas, nos envolve em praças e conversa com a gente nos bancos frente ao coreto. Sem filas, sem disputas pelo metro quadrado. E ai você estará usando o tempo de afastamento para conhecer novos lugares, saborear outras culinárias e desatrofiar o olhar da falta de horizontes. E estará ajudando outras pessoas a também viver.

Você pode reservar aqui na Andaraí Turismo pousadas em lugares onde o respeito pela sua segurança é o fundamento principal.

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